Restaurante Sul – Ericeira

ouriço

Nos últimos tempos tenho analisado, provado e falado de vinhos nesta página de coisas que estão A meu gosto…

Os vinhos podem ser bebidos por si só, mas a melhor maneira de os degustar é acompanhando uma boa refeição num local simpático e acolhedor e com uma equipa profissional e dedicada.

Pois bem, vou falar hoje de um restaurante que está situado na Ericeira, no Parque de Santa Marta onde ficavam antigamente as termas da Ericeira… e sendo um restaurante, nada melhor do que trocar a água, pelo vinho.

O restaurante de que falo é o restaurante Sul, e considero-o um dos melhores restaurantes da Ericeira com pratos confeccionados com mestria pelo chef a partir de produtos sempre frescos e de excelente qualidade, seja peixe ou marisco.

Nada como começar por um Ouriço do mar da Ericeira, ao natural, fresquíssimo e que nos dá a sensação de que o mar explodiu dentro da nossa boca.

Os ouriços são um dos símbolos da Ericeira, fazendo parte do Brasão da vila, e pensa-se que o nome terá evoluído ao longo dos tempos de Ouriceira, para o actual Ericeira.

Mas voltando ao restaurante Sul, quando se começa com uma entrada desta qualidade, deve-se continuar ao mesmo nível, e isso acontece com a sopa de peixe deliciosa feita com um caldo em que abundam pedaços de garoupa e robalo, tudo isto com um pouco de coentros por cima, que realçam ainda mais o sabor do peixe.

O prato principal, uma Cataplana de tamboril com gambas, que quando chega à mesa, e se destapa, começa por nos afagar as narinas com um aroma de hortelã misturado com o adocicado da cebola estufada.

O tamboril e as gambas perfeitamente cozinhadas, acompanhadas por um molho rico e por algumas batatas… absolutamente divinal.

Tudo isto acompanhado por um copo de um vinho Assobio, que mais tarde analisarei em pormenor nestas páginas.

A carta de sobremesas, não é muito longa, mas está recheada de doces que nos transportam a refeição para um nível de excelência, desde o souflé de chocolate…. a mousse de chocolate no forno com gelado…. ou o prato de frutos gratinados…

Quem vai à Ericeira e não quer apenas o trivial do peixe grelhado no carvão, ou o marisco cozido ou em mariscadas…. tem aqui uma opção de escolha que lhes permite saborear comida de qualidade, com uma confecção irrepreensível e podemos ainda contar com a simpatia e profissionalismo de uma equipa que sabe bem receber!

Reserva do Comendador Adega Mayor TInto

reserva do comendador adega mayor

O Alentejo com o seu clima de extremos, tem condições de excelência para a produção de vinhos de qualidade, e nos últimos anos temos vindo a assistir ao lançamento de grandes vinhos tanto de novos como de antigos produtores.

Hoje passou-me pelas mãos, e pelo palato um vinho da Adega Mayor, o Reserva do Comendador Tinto, e em muito boa hora o provei, e pude atestar da sua excelência.

Podem perguntar-se, mas todos os vinhos aqui provados são bons, muito bons ou excelentes? Pois bem a resposta é que nestas páginas que são A meu Gosto, só passam os vinhos que na minha opinião tem qualidade mais do que suficiente para serem apreciados com toda a calma…

E o que dizer deste Reserva do Comendador… Pois bem, é um vinho com corpo e grau alcoólico, como é natural no Alentejo, tem um paladar frutado e de aroma intenso.

Em termos de cor, é um vinho escuro, com cor rubi ou granada, e com uma presença que se faz notar em cada gota que escorre no copo.

Tendo um grau alcoólico de 14.5%, está mais ou menos em linha com os vinhos produzidos no Alentejo, com graus elevados, mas que apesar de tudo se sentem suaves na boca com um sabor que perdura no palato de um modo extremamente agradável.

Para este sabor contribuem muito as castas que entram na sua composição, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Syrah.

Sabor, corpo, aroma e grau são características que este vinho tem e que lhe dão todo o carácter que apresenta.

Acompanha bem com qualquer prato de carne, sejam pratos Alentejanos, como de outras regiões do país, pois vai muito bem com a comida tipicamente portuguesa.

Em termos de classificação, posso dizer que é um dos melhores vinhos que tenho provado ultimamente e por isso dou-lhe:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

De Campo Maior já tínhamos a tradição das festas das Flores com as ruas enfeitadas de um modo tradicional e belo, pois bem a esta tradição podemos juntar um vinho de excelência, produzido para agradar aos paladares mais exigentes!

Tapada do Chaves – Reserva Tinto de 2011

tapada do chaves

Depois de umas incursões pelos vinhos da Região de Lisboa, e que merecerão outros artigos, volto ao Alentejo com um excelente vinho tinto, o Tapada do Chaves – Reserva Tinto de 2011.

Como sabem sou um apaixonado pelo Alentejo, pela sua gastronomia, paisagem e também pelos seus vinhos.

Pois bem, o que posso dizer relativamente a este Tapada do Chaves?

É um vinho de cor intensa rubi, produzido a partir da vinificação de uvas das castas Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet, da conjugação destas três castas saiu um vinho encorpado de alto teor alcoólico (15 graus) de aroma intenso a frutos vermelhos e com umas certas notas vegetais.

Relativamente ao sabor, poderíamos pensar que este grau de álcool faria perder outras qualidades, no entanto, temos um vinho realmente com corpo, que perdura no palato e com um sabor forte intenso.

A Trincadeira e a Aragonez ( Tinta Roriz no Douro) ligadas à Alicante Bouschet têm como resultado então um vinho com corpo, equilibrado e com alguma complexidade com uma cor intensa e um aroma que nos invade as narinas variando entre os frutos vermelhos e um toque de vegetais.

Este é um vinho que evolui muito bem na garrafa, podendo ser guardado por alguns anos, sendo que dará origem a algumas agradáveis surpresas.

No que respeita a pratos para este vinho, que tal um Ensopado de borrego, umas migas de espargos com carne de alguidar, ou mesmo um arroz de lebre…

Depois de o provar, testar e saborear, dou-lhe uma classificação de:

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Um vinho para desfrutar com prazer e calma, como se deve fazer no Alentejo!

Restaurante da Quinta do Gradil

restaurante

Ontem fui almoçar à Quinta do Gradil, já tinha provado um dos vinhos produzidos nesta quinta, e como soube que tinha restaurante aproveitei ter o meu trabalho adiantado e o dia estar bonito para lhes fazer uma visita.

Esta visita será certamente a primeira de várias para poder explorar com mais profundidade o menu, bem como a conjugação dos vários pratos com os vinhos saídos das vinhas e adegas desta Quinta do Gradil.

Muitas pessoas olham para o vinho como um acompanhamento do prato, uma bebida que tem como função apenas facilitar as manobras de mastigação, e essas pessoas têm geralmente uma visão imobilista da refeição, ou seja a velha máxima de vinhos brancos para pratos de peixe…. vinhos tintos para pratos de carne.

Felizmente esta mentalidade está a mudar, e para cada tipo de prato pode haver um vinho indicado, seja branco, tinto, rosé, seco, frutado ou doce…

Neste restaurante é isso que se sente, existe uma ligação entre o que se come e o que se bebe, não fosse este um restaurante de Quinta, e de uma Quinta de Vinhos..

 quinta do Gradil cogumelo recheado

A entrada foi um cogumelo recheado com queijo de cabra e uma pequena salada de rúcula, que se revelou muito agradável ao paladar, a acompanhar um copo do Quinta do Gradil Chardonnay, que casa perfeitamente tanto com esta entrada como com o prato que se seguiu, Chocos fritos à moda de Setúbal, tenros, saborosos acompanhados com tomate e oregãos, e um arroz de ervilhas.

Como ia conduzir de seguida, achei por bem não beber mais do que um copo de Chardonnay, embora a qualidade do mesmo pedisse repetição…

Para terminar a refeição, seguiu-se um arroz doce com pêra rocha Bêbeda, e para esta sobremesa pedi um vinho que se aliasse na perfeição ao doce do arroz, e provei um Quinta do Gradil Tinto Syrah que cumpriu com mestria a sua função de acompanhante da sobremesa.

Agora terei de voltar para olhar com melhor detalhe para outros pratos…. ficou-me gravado um Menu das Vindimas que espero possam continuar a ter por mais tempo….

Quanto aos vinhos, o Quinta do Gradil Chardonnay, é um daqueles vinhos brancos que se pode beber em qualquer situação, numa refeição ou num fim de tarde com amigos, e o Quinta do Gradil Tinto Syrah, é excelente para acompanhar uma sobremesa bem doce, ou um queijo de sabor intenso.

Definitivamente um restaurante a voltar!

Quinta de São Sebastião – Arruda dos Vinhos

quinta sao sebastiao

Fui convidado esta semana a fazer uma visita à Quinta de São Sebastião na Arruda dos Vinhos para conhecer a quinta bem como os vinhos aí produzidos.

Como já escrevi, tenho andado a descobrir as várias regiões do país em termos de produção vinícola, e a região de Lisboa, que durante décadas foi vista quase como o parente pobre da vinicultura portuguesa está finalmente a aparecer de um modo mais consistente e com qualidade no panorama dos vinhos portugueses e até internacionais.

Cada vez fico mais agradavelmente surpreendido pelos vinhos que a região de Lisboa está a produzir fruto do trabalho de jovens enólogos como Filipe Sevinate Pinto na Quinta de São Sebastião que aliam a tradição às mais recentes tecnologias para a produção de um vinho de grande qualidade, mudando completamente o perfil produtivo de uma região.

Hoje provei bons vinhos, e provei excelentes vinhos, de que falarei noutra altura com maior rigor sobre cada um deles, no entanto destaco para já os excelentes São Sebastião Reserva Tinto de 2012 e o Quinta de São Sebastião Colheita de 2013, que são vinhos de excelente qualidade e que podem acompanhar várias tipos de refeição.

Para o Reserva, penso que o acompanhamento perfeito será uma boa Posta Mirandesa, ou um prato de Bacalhau de Posta bem alta, grelhado e a nadar num bom azeite, com umas batatas assadas a murro.

O Quinta de São Sebastião Tinto acompanha uma boa tábua de queijos que façam uma boa parceria com este vinho, como por exemplo um Nisa, ou mesmo um Queijo Picante da Beira.

Voltando à Quinta de São Sebastião, é um projecto em andamento e penso que teremos nos próximos anos algumas gratas surpresas relativas aos vinhos que vão sair deste produtor.

Tivemos direito ainda a um espectáculo equestre no picadeiro da quinta em que a equipa de dressage nos mostrou o que os cavalos lusitanos são capazes de fazer.
dressage

Vou estar muito atento aos vinhos da Quinta de São Sebastião, e em breve terei mais notícias sobre alguns deles.

Poliphonia Reserva tinto 2012

poliphonia

Portugal tem a sorte de apesar de pequeno ter uma grande diversidade de solos, de climas e de castas de uva. Para além das características naturais apreciadas por visitantes de todo o mundo, temos ainda pessoas que com a sua sabedoria sabem transformar estas características em produtos de qualidade ímpar e que são um puro prazer.

E quem fez este Poliphonia Reserva Tinto 2012 é um verdadeiro maestro na conjugação das castas Syrah, Aragonez e Alicante Buschet. Este vinho alia um aroma que persiste nas nossas narinas a um sabor que perdura no palato. Claro que o perdurar no palato só é uma boa qualidade quando o produto de que falamos nos dá prazer sendo de excelência…

É este o caso…

O Poliphonia Reserva Tinto 2012, atinge-nos logo que se deita no copo com o seu aroma fresco e intenso que nos transporta para o Alentejo, mas quando se prova e o vinho invade o nosso palato, é aí nessa altura que se sente a orquestra de sabores a tocar em conjunto uma melodia que tem como intérpretes as castas de uva, o estágio em barricas de carvalho e todo o saber posto dentro de cada uma das garrafas. Sente-se que é um vinho com estrutura e pensado para os apreciadores.

Este Poliphonia, é um vinho que pode ser bebido jovem, mas que pode muito bem envelhecer na garrafa, pois tem uma estrutura que aguenta esse envelhecimento, eu vou guardar algumas garrafas para mais tarde, pois sei que o prazer que senti agora, será multiplicado várias vezes daqui a uns anos…

Em termos de classificação dou-lhe:

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Poliphonia, uma melodia de prazer a apreciar com os amigos.

Quinta da Pacheca, Superior 2012

quinta da pacheca 2012

Novamente passando pelos vinhos do Douro, experimentei este Pacheca Superior 2012, mais um vinho tinto produzido a partir das castas tradicionais do Douro Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

Estas três castas aliadas ao tipo de terreno xistoso, dá aos vinhos desta região aquele sabor tão característico encorpado e que na boca faz sentir uma lembrança entre os frutos secos e os aromas de frutos vermelhos.

Sendo um vinho produzido pelo método tradicional de vinificação, em lagares de granito com uma pisa de todo o cacho, tem como resultado que na prova se sintam os taninos, estando estes bem presentes mas como um equilíbrio muito interessante.

É assim um vinho encorpado com uma cor rubi intensa que se pode encontrar em alguns tipos de vinho do Porto, com aromas intensos a frutos vermelhos e com a presença de taninos que estão na dimensão certa, dando a todo este conjunto uma prova muito boa e uma permanência no palato longa e agradável.

Em termos de preços, é um vinho de gama média de valores e pode ser encontrado na maioria dos hipermercados e supermercados de grandes cadeias com uma garrafeira que tenha uma presença de marcas e qualidade acima da média.

Devido ao seu corpo, aroma, sabor e intensidade, é um vinho que acompanha muito bem qualquer prato forte, desde uma boa Feijoada à transmontana, umas Tripas à moda do Porto, ou uns Rojões…

A minha classificação para este Pacheca Superior 2012 é de:

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Mais um vinho que deve fazer parte da escolha de quem gosta de comer bem e ter um bom vinho para acompanhar uma refeição de qualidade.

Quinta do Gradil – Cabernet Sauvignon e Tinta Roriz

quinta do gradil

Tenho escrito sobre vários vinhos especialmente de duas regiões de Portugal, o Alentejo e o Douro, pois hoje viro as agulhas mais para o centro, e vou escrever sobre um Vinho Regional de Lisboa o Quinta do Gradil – Cabernet Sauvignon, Tinta Roriz.

Comprei este vinho numa feira de vinhos de um hipermercado, e como não costumo provar muitos vinhos desta região decidi que estava chegada a altura de o provar.

Este Quinta do Gradil, é um vinho bivarietal, isto quer dizer que é produzido apenas a partir de duas castas de uva, neste caso a Cabernet Sauvignon e a Tinta Roriz, existindo outros bivarietais desta marca.

No que respeita a este, é um vinho de cor escura muito intensa, um rubi forte e encorpado, e com um aroma muito interessante onde se nota uma certa acidez e a presença de taninos.

Quanto ao sabor, depois de o ter cheirado, pensava que iria ser um vinho encorpado, forte, no entanto fui surpreendido com um vinho de sabor suave e com persistência de sabor no palato, o que é sempre agradável. Apesar da presença dos taninos, é um vinho que considero equilibrado.

Pode acompanhar muito bem os pratos típicos da região de Lisboa, como uns Peixinhos da Horta com arroz de Grelos, ou mesmo um bom peixe grelhado no carvão.

Em termos de grau alcoólico, tem 13,5 graus, o que lhe dá a tal suavidade ao beber.

Depois de o provar, e saborear, dou-lhe uma classificação de:

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Na minha opinião é um vinho para se ter e saborear, mas vou ver se encontro alguns outros Quinta do Gradil, especialmente o Reserva…. para experimentar.

Grainha – Reserva 2012

Grainha

Há uns dias escrevi sobre um vinho da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, o Quinta Nova que é um vinho que eu gosto muito, e me dá um grande prazer de beber dada a sua excelência e qualidade.

Surgiu há uns dias pela frente outro vinho da mesma quinta o Grainha – Reserva 2012 tinto, sim porque este vinho tem também uma versão em Branco que um dias destes se me passar à frente dos olhos não resisto a experimentar e saborear…

Ora este é um vinho diferente do Quinta Nova, até porque na sua composição entram duas castas de uva diferentes, ou seja para além da Touriga Nacional, Touriga Franca, entram a Tinta Roriz e a Tinta Barroca.

Estas duas castas de uva dão-lhe uma cor mais escura e densa a este Grainha, mas o seu aroma continua intenso e muito complexo, com a influência do Douro, mas também das barricas de carvalho onde estagia.

Mas geralmente o que mais interessa ao consumidor, é o sabor, e este não fica muito atrás do Quinta Nova que pessoalmente prefiro, este tem um sabor um pouco mais intenso e que perdura bastante tempo no palato, sem ser agressivo…

Este vinho acompanha muito bem grelhados no carvão, especialmente umas Costeletinhas de borrego grelhadas com que casa perfeitamente.

Servindo de acompanhamento a uma tábua de queijos, é um vinho a desfrutar com tempo e com amigos…

Em termos de classificação geral dou-lhe um:

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Pode ter o nome de Grainha…. mas bebe-se muito bem, sem espinhas!

Quinta de Cidrô – Touriga Nacional

quinta de cidrô

Fui fazer umas compras de vinhos, e passei os olhos pela garrafeira do supermercado, quase todos os vinhos sobre os quais tenho escrito se podem encontrar em supermercados e hipermercados um pouco por todo o país.

E ao passar pela zona dos vinhos do Douro, parei um pouco e decidi comprar este Quinta de Cidrô – Touriga Nacional.

E hoje enquanto preparava o jantar, abri a garrafa e quando deitei o vinho no copo, senti logo um aroma intenso, a frutos vermelhos, e reparei na cor intensa que deixou no copo.

Mas a melhor surpresa estava reservada ao sabor, e quando o experimentei, fui surpreendido por uma suavidade e frescura que não esperava mas que tornou a experiência muito agradável e a repetir, tanto a acompanhar uma refeição de carne, como um queijo de aroma e sabor fortes.

Sendo um vinho monocasta, ou seja produzido a partir de uma casta única pode estar sujeito a variações de sabor ano após ano, mas acredito que a casa que o produz está atenta a essa possibilidade, engarrafando apenas os vinhos provenientes das melhores colheitas desta Touriga Nacional.

Pelo prova, parece um vinho que se pode beber logo após abertura da garrafa, sem ser necessário que respire muito tempo, pois tem as características de um vinho jovem e fresco, mas vou tentar guardar algumas garrafas para ver como evolui na garrafa. Tenho a sensação que será um vinho com uma boa evolução pois é produzido a partir de uma das castas mais nobres do Douro.

Depois de saboreado, classifico-o com:

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Um vinho a ter em atenção!