Salada de Rebentos de Soja e Lavagante

 

As dietas também podem ser gourmet, podemos de vez em quando fazer ter algo especial e mesmo assim termos uma refeição saudável e deliciosa.

Por isso hoje trago uma salada de Rebentos de Soja e Bambu a acompanhar um lombo e uma pinça de Lavagante ( para os meus amigos de outros países… é também conhecido como Lagosta, ou em inglês Red Lobster).

Ontem comi.. metade do bicho, e deixei esta metade para fazer uma bela salada!

Modo de preparação

Quanto ao Lavagante, comprei-o já cozido num restaurante aqui da zona, mas quem quiser pode comprar e cozer em casa em bastante água com sal q.b. durante mais ou menos 30 minutos ( dependendo do tamanho do bicho) ou então podem comprar no supermercado, congelado e já cozido.

Mas este prato também pode ser feito com camarão…

Se preferirem podem desfiar o lombo do Lavagante para dentro da saladeira e misturar na salada, pessoalmente prefiro assim em separado.

Salada

Os ingredientes da salada são:

  • Alface cortada em juliana
  • 1 endívia cortada em juliana
  • Rebentos de bambu
  • Rebentos de soja
  • 2 rabanetes fatiados
  • Maionese light ou de preferência caseira….

Modo de preparação da salada

Lavar os vegetais muito bem em água corrente, escorrer e cortar em juliana, fatiar os rabanetes e juntar na saladeira.

Quanto aos rebentos de soja temos de dois tipos, ou frescos ou enlatados, prefiro os frescos pois são mais saborosos e mais crocantes.

Optando pelos frescos, basta lavar muito bem os rebentos de soja em água corrente, escolher os que não estiverem em condições ou acastanhados e retirar. Ferver água e deitar por cima dos rebentos de modo a que fiquem um pouco mais suaves. Deixar arrefecer e juntar à salada.

No que toca aos rebentos de bambu…. só encontrei em lata ou frasco, por isso usei esses mesmo, passando-os por água apenas para tirar o sabor a enlatado que estes vegetais ganham.

No final, juntar duas ou três colheres de sopa de maionese à salada e misturar bem.

É deliciosa, baixa em calorias…. por isso bom apetite!

Para acompanhar descobri um vinho branco do Douro excelente, o Rola Branco de 2016 produzido por Ana Rola da Quinta de Remostias no Péso da Régua.rola

Este Rola Branco, é um vinho que se bebe muito bem, tem um aroma e um paladar ligeiramente cítrico, equilibrado e com boa boca, excelente para acompanhar o lavagante, mas também acompanha qualquer prato de peixe, especialmente se for um peixe que “peça” uma certa acidez para equilibrar a untuosidade de alguns peixes… ou de alguns pratos mais complexos.

Numa escala de 10, classifico este Rola Branco de 2016 com um 8.5

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Salada de Bife Teriaky

Mais uma salada para os meus amigos, mas desta vez para os amigos que também gostam de carne, embora queiram fazer uma dieta!

Salada com Bife Teriaky

Ingredientes

  • 1 Bife de 150 gramas dá para 1 ou 2 pessoas, para 3 ou 4, 2 bifes chegam…
  • 1 dente de alho
  • 1 pitada de flor de sal, ou de sal de cozinha a gosto

Molho Teriaky para marinar e temperar

  • Pode ser Molho Teriaky de compra ou em alternativa pode fazer o seu com;
    • Molho de soja japonês de baixo teor de sal
    • Mirín ou Saké, ou um pouco de vinho Madeira
    • Uma colher de chá de açúcar amarelo
    • 1 pitada de sal
    • 1 pedaço de gengibre fresco ( 2 a 3 cm)

Salada

  • Alface frisada ( 3 a 4 folhas por pessoa)
  • Corações de Alcachofra (2 por pessoa)
  • Rabanetes ou daikon( nabo japonês)
  • Rúcula
  • Pimento amarelo
  • Sumo de meio limão
  • Queijo da ilha para ralar

Modo de preparação

Bife

Primeiro temperar o bife com uma pitada de flor de sal e com o dente de alho cortado. Depois grelhar o bife até ficar a gosto ( pessoalmente gosto de mal passado, mas para a salada penso que o melhor é médio)

Depois de grelhado, retirar e deixar repousar antes de o cortar de modo a que a carne reabsorva e redistribua os sucos pela fibra.

Fazer a marinada com o molho Teriaky de compra ou misturar os ingredientes do molho num recipiente. Se optar por fazer o seu molho então juntar 2 a 3 colheres de sopa de molho de soja japonês numa tijela, com uma colher de sopa de mirin, o sal(é só mesmo uma pitada de sal!) e o açúcar amarelo. Misturar muito bem, provar e acertar os molhos a gosto, deve ficar ligeiramente adocicado com um travo de soja…e rale o gengibre por cima de tudo.

Após fazer a marinada, corte o bife em fatias com mais ou menos 1 dedo de espessura e junte à marinada, e deixe estar durante uns minutos…

Salada

Para fazer a salada, use o pimento amarelo cortado em cubos, 1 pimento dá para 4 pessoas, corte a salada em juliana, junte os corações de alcachofras cortadas em 4. Corte os rabanetes em fatias finas e adicione à salada.

Lave muito bem a rúcula, escorra e junte à saladeira. No final adicione o bife e o molho, rale o Queijo da ilha por cima e se gostar ponha o sumo de limão….

Misture tudo muito bem… e Bom apetite!

Eu acompanhei com um Manz  Rosé de 2017….. Muito bom!manz

Salada de camarão

 

Começo hoje a minha secção de comida saudável com as receitas que vou inventando….

Hoje apresento uma salada de camarão com molho de Teriaky

Os ingredientes para a salada são:

  • Um pacote de miolo de camarão cru
  • Uma endívia
  • Alface a gosto
  • Um queijo mozarela
  • Corações de alcachofra

Em alternativa à endívia, pode-se usar rúcula ou agrião

Para os molhos os ingredientes são:

Molho Teriaky para marinar o camarão:

  • Pode ser molho Teriaky de compra ou misturar:
    • Molho de Soja japonês com baixo teor de sal q.b.
    • Uma colher de açúcar amarelo
    • Mirin ( vinho de cozinha japonês) , em alternativa pode usar-se saké ou vinho branco q.b.
    • Flor de sal a gosto
    • Gengibre fresco ralado, um pedaço com mais ou menos 2 cms.

Molho para temperar a salada:

  • Molho para a salada que se faz misturando:
    • Sumo de meio limão
    • 2 ou 3 colheres de sopa de Molho de soja japonês com baixo teor de sal
    • 1 colher de sopa Mirin

 

Modo de preparação:

Marinam-se os camarões no molho Teriaky durante uns 15 a 20 minutos ( quanto mais tempo estiverem a marinar os camarões, mais sabor vão adquirir) e levam-se ao fogo numa chapa, ou grelhador até estarem com uma cor rosada, mas sem os cozinhar demasiado o que deverá ser de mais ou menos uns 5 a 6 minutos. Durante este tempo, vai-se pincelando os camarões com o molho da marinada.

Quando estiverem prontos, retiram-se do lume e deixam-se arrefecer num recipiente.

Para a salada, lava-se muito bem a alface e a endívia escorrem-se muito bem e cortam-se em juliana grossa ( para quem não sabe… em tiras), lavam-se os corações de alcachofra cozidos ( para perderem o sabor a enlatado) e retiram-se as pontas mais fibrosas das folhas, cortam-se ao meio ou em quartos e adiciona-se à saladeira.

Corta-se o mozarela em fatias ao gosto de cada um, e juntam-se os pedaços aos verdes que já estão na saladeira, rega-se tudo com o molho para a salada e mistura-se muito bem.

No final, adicionam-se os camarões marinados e grelhados….. e é só servir!

Pode acompanhar-se com um vinho branco da Região de Lisboa, como por exemplo um Arinto Prova Régia, ou um Quinta da Alorna Alvarinho…..

Bom apetite

 

 

Quinta da Alorna – Grande Reserva Tinto 2013

quinta da alorna grande reserva tinto 2013

A Marquesa da Alorna foi uma poetisa portuguesa do Séc XVIII conhecida pela sua cultura e pelo incentivo às artes, ciências e intervenção política.

Um dos seus poemas, Eu cantarei um dia da tristeza… começa assim:

Eu cantarei um dia da tristeza
por uns termos tão ternos e saudosos,
que deixem aos alegres invejosos
de chorarem o mal que lhes não pesa.

Pois bem aqui está um vinho que é uma poesia , com versos de um sabor intenso, de uma cor granada, com aromas amadeirados e de grande complexidade, e no entanto… suave ao palato, aveludado e de uma qualidade superior.

Um poema que nos faz amar o vinho, e um vinho que nos faz amar a poesia!

Este Marquesa da Alorna Grande Reserva Tinto de 2013 é um vinho que nos faz cada vez mais pensar na Região do Tejo de um modo diferente, dizendo que a grande qualidade também mora nesta zona de Portugal, um país tão pequeno, mas com uma grande diversidade de vinhos.

Para além de ser uma homenagem à poetisa é mais do que isso, é uma obra de uma enóloga, Martta Reis Simões que ela própria é uma artista na elaboração deste vinho tinto que junta os melhores lotes das melhores castas que a Quinta da Alorna tem para oferecer.

Complexo e elegante, encorpado e suave o Marquesa da Alorna Grande Reserva Tinto 2013 leva-nos a um estado de prazer intenso.

Para beber, para guardar, para acompanhar uma boa poesia entre amigos, se o vir, leve-o consigo!

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Dona Fátima – 2015

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O que dizer deste Dona Fátima Branco de 2015?

Ora bem, é um vinho bom?

Não!!! É um vinho excelente!

É um vinho barato?

Não, mas a relação preço qualidade é do melhor que se pode encontrar!

É um vinho com uma grande produção?

Mais uma vez, Não! Porque é de uma casta antiga portuguesa que caiu em desuso a Jampal, é de uma região que começa a afirmar-se pela qualidade e não pela quantidade que e a Região de Lisboa.

Depois destes três nãos vem um grande SIM, pois é um vinho que vale a pena beber, só ou com os amigos, a acompanhar uma refeição ou fresco ao fim de uma tarde quente de Verão, ou de Outono, ou de Primavera, ou mesmo de Inverno.

É um vinho que toca a boca de um modo aveludado com um sabor frutado e que pode-se dizer deixa uma certa untuosidade na boca, tal a suavidade com que nos toca o palato.

É um monocasta Jampal, produzido pela Manz Wine, uma adega de Cheleiros em Mafra, cujas vinhas neste zona nos remetem para outros tempos, outras eras. Já os romanos andaram por cá, bem como os construtores do convento de Mafra.

Diria que em 10, sem exagero o poderia classificar com um 9.5

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Quando encontrar este vinho, não perca tempo, compre, refresque-o bem ( 11 a 12º) e depois delicie-se!

Um vinho da adega Manz Wine em Cheleiros que merece ser visitada!

Hacienda Branca Reserva

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Mais um belíssimo vinho alentejano Hacienda Branca Reserva , apesar do nome meio espanholado, é mesmo um vinho do Alentejo.

Feito a partir de uma selecção de uvas das castas Syrah e Petit Syrah vindimadas no meu melhor estágio de maturação, resultou um vinho com um teor alcoólico de 14.5º  uma cor granada, e um sabor redondo na boca. Podemos identificar um travo a frutos secos e a chocolate, e um aveludado que perdura na boca.

É um vinho suave, com um sabor agradável e que permanece na boca, ideal para acompanhar alguns pratos típicos alentejanos, seja um ensopado de borrego, ou um prato de caça como um arroz de lebre, ou de pombo…

Um vinho a ter em conta, e que deve evoluir ainda muito bem em garrafa, podendo ser guardado….

Em termos de preços, podemos dizer que é um vinho de gama média, ou seja entre os 12 e os 15 euros numa grande superfície, mas que podemos considerar de gama alta em termos de qualidade.

Depois da prova a minha avaliação é de 9 valores em 10.

Definitivamente um vinho a ter numa boa garrafeira em casa.

Produzido pela Hacienda Branca Vineyards Estates, na região alentejada da Vidigueira. Vale a pena visitar.

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NOTA: Esta publicação reflecte apenas a opinião do autor, tendo a garrafa de prova sido adquirida pelo mesmo, não sendo patrocinada nem paga.

Dorina Lindemann Tinto 2013

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Mais uma vez pelos vinhos do Alentejo, e nada melhor do que recomeçar com um vinho de excelência, o Dorina Lindemann Tnto de 2013 Edição Limitada.

Composto por duas castas tradicionais a Touriga Nacional e a Touriga Franca, este vinho é produzido a partir de vinhas velhas com vindima feita manualmente e com escolha dos melhores cachos para a vinificação.

O Dorina Lindemann é um vinho elegante, muito agradável ao palato com um aveludado que nos cobre toda a boca, deixando um sabor persistente.

Como a própria enóloga diz, é um “vinho que deu prazer e satisfação a fazer…” e eu acrescento que para além disso dá muito mais prazer a degustar, pois é um vinho que se vê que foi feito com amor e dedicação, e isso está bem presente neste Tinto Alentejano.

Sendo um vinho de altíssima qualidade, o seu preço é também elevado, mas vale cada euro gasto nele, pois é um investimento no puro prazer. Na minha opinião deve fazer parte de qualquer boa garrafeira dos bons apreciadores de vinho.

em termos de classificação, em 10 dou-lhe:

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O Dorina Lindemann Tinto 2013 faz parte da minha garrafeira, e fico sempre à espera do que a enóloga prepara, pois pelas amostras que tive até agora ela domina com mestria a arte de fazer vinho e consegue transmitir essa arte em cada uma das garrafas que sai da sua adega.

 

Vila Santa Reserva 2013

vila santa reserva 2013

Aqui está um vinho alentejano que é muito interessante!

O Vila Santa Tinto Reserva 2013 trazido à luz do dia por João Portugal Ramos, feito a partir de lotes de uvas das castas Aragonez, Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, tem uma cor intensa escura, pode dizer-se mesmo que tem grande densidade de cor, que se vê bem no copo.

Com esta intensidade de cor, poderíamos pensar estar em presença de um vinho forte, no entanto apesar de encorpado, tem um paladar muito elegante que perdura na boca e com um aroma entre os frutos maduros e a madeira em que estagiou durante 9 meses.

 

É um vinho muito equilibrado, com 14 graus e uma boa acidez, bem como taninos muito suaves.

Para a produção deste vinho, as uvas são apanhadas manualmente e tratadas com todo o carinho e cuidado, uma parte da colheita é pisada em lagares de mármore, como não podia deixar de ser no Alentejo, e outra parte é fermentada em balseiros de madeira.

Estando no Alentejo, é um vinho perfeito para acompanhar a belíssima gastronomia local, sejam as Migas, o Ensopado de borrego, ou mesmo a Sopa de Cação.

Em termos de classificação gobal, entre sabor, aroma e cor, atribuo-lhe:

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Um vinho que deve fazer parte de uma adega bem fornecida, pois parece-me excelente tanto para beber como para guardar e deixar envelhecer uns anos em garrafa.

Post Scriptum de Chryseia Tinto 2013

post scriptum

Para quem conhece os vinhos do Douro, Chryseia é um nome incontornável no panorama da enologia nacional e internacional, pois é um vinho considerado como um dos melhores do mundo tendo o de 2011 ficado classificado em 3º ligar pela prestigiada revista Wine Spectator.

Mas o que me passou pelas mãos, não foi o Chryseia, mas sim um outro vinho produzido pela mesma adega, o Post Scriptum de Chryseia de 2013, e feito a partir de um lote de uvas das castas típicas do Douro, Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Barroca.

E o que dizer deste vinho?

Pois bem, é um vinho de cor rubi intensa e escura, com um aroma a fruta madura e que na boca é muito agradável, tendo até uma certa frescura que muitos vinhos do Douro não apresentam.

Sabe bem, tem um aroma agradável, e é suave e fresco, mostrando-se como um vinho elegante para acompanhar uma boa refeição.

O método de vinificação baseado numa criteriosa escolha dos bagos sem engaço e numa prensagem suave, dá então a este vinho essa elegância na boca sem que se notem muito os taninos presentes nas uvas.

É um vinho que pode ser bebido logo após a abertura da garrafa, sem grande necessidade de espera, mas parece-me também que será um bom vinho para guardar e esperar envelhecer na garrafa, pois tem um bom potencial para evoluir ainda e envelhecer bem.

Em termos de classificação, na minha opinião  dou-lhe:

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P.S. E é excelente para saborear à volta de uma mesa com amigos…..

Quinta de São Sebastião Tinto – Colheita de 2013

quinta de são sebastião Colheita 2013

Há uns dias fui convidado a visitar a Quinta de São Sebastião no coração da Arruda dos Vinhos, onde provei alguns excelentes vinhos desta adega.

Tentei encontrar alguns deles no mercado, mas a produção parece estar toda ou quase toda destinada a bons restaurantes e a algumas garrafeiras seleccionadas. Felizmente a equipa da Quinta de São Sebastião fez-me chegar um conjunto de vários dos seus vinhos para que eu pudesse saborear com mais tempo e incluí-los em algumas refeições.

Hoje vou falar um pouco deste Colheita de 2013 da Quinta de São Sebastião, e no final com a independência de sempre vou dar a classificação que na minha opinião se adequa a este vinho.

O Tinto Quinta de São Sebastião Colheita de 2013, é um vinho produzido a partir das castas Tinta Roriz e Touriga Nacional, das vinhas plantadas nas encostas da própria Quinta. Para quem não sabe, um vinho para se poder apresentar com a designação de Quinta… tem de ter todas as suas uvas plantadas dentro da propriedade.

A Quinta de São Sebastião está localizada no coração da Arruda dos Vinhos em encostas com bastante declive mesmo por baixo de um dos fortes que fazem parte das Linhas de Torres e pode-se dizer que este é um vinho que pode lutar com qualquer outro sem receio de ir à luta.

Tem uma cor escura, intensa e um aroma frutado muito agradável, para as pessoas que estavam habituadas aos vinhos da região de Lisboa, este surpreende pela sua suavidade e elegância. Entre o aroma e o sabor, ficamos com uma sensação completa de frescura, o que por vezes não acontece em vinhos de outras regiões, e mesmo com vinhos produzidos com as mesmas castas.

Em resumo, este é um vinho que pode ser de difícil acesso, dada a dimensão da Quinta, e a uma produção pequena, mas se vos passar uma garrafa deste Quinta de São Sebastião Colheita de 2013, não hesitem… vale realmente a pena.

Em termos de classificação, este vinho na minha opinião tem:

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Nota: Esta garrafa foi gentilmente cedida pela Quinta de São Sebastião.