Reserva do Comendador Adega Mayor TInto

reserva do comendador adega mayor

O Alentejo com o seu clima de extremos, tem condições de excelência para a produção de vinhos de qualidade, e nos últimos anos temos vindo a assistir ao lançamento de grandes vinhos tanto de novos como de antigos produtores.

Hoje passou-me pelas mãos, e pelo palato um vinho da Adega Mayor, o Reserva do Comendador Tinto, e em muito boa hora o provei, e pude atestar da sua excelência.

Podem perguntar-se, mas todos os vinhos aqui provados são bons, muito bons ou excelentes? Pois bem a resposta é que nestas páginas que são A meu Gosto, só passam os vinhos que na minha opinião tem qualidade mais do que suficiente para serem apreciados com toda a calma…

E o que dizer deste Reserva do Comendador… Pois bem, é um vinho com corpo e grau alcoólico, como é natural no Alentejo, tem um paladar frutado e de aroma intenso.

Em termos de cor, é um vinho escuro, com cor rubi ou granada, e com uma presença que se faz notar em cada gota que escorre no copo.

Tendo um grau alcoólico de 14.5%, está mais ou menos em linha com os vinhos produzidos no Alentejo, com graus elevados, mas que apesar de tudo se sentem suaves na boca com um sabor que perdura no palato de um modo extremamente agradável.

Para este sabor contribuem muito as castas que entram na sua composição, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Syrah.

Sabor, corpo, aroma e grau são características que este vinho tem e que lhe dão todo o carácter que apresenta.

Acompanha bem com qualquer prato de carne, sejam pratos Alentejanos, como de outras regiões do país, pois vai muito bem com a comida tipicamente portuguesa.

Em termos de classificação, posso dizer que é um dos melhores vinhos que tenho provado ultimamente e por isso dou-lhe:

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De Campo Maior já tínhamos a tradição das festas das Flores com as ruas enfeitadas de um modo tradicional e belo, pois bem a esta tradição podemos juntar um vinho de excelência, produzido para agradar aos paladares mais exigentes!

Tapada do Chaves – Reserva Tinto de 2011

tapada do chaves

Depois de umas incursões pelos vinhos da Região de Lisboa, e que merecerão outros artigos, volto ao Alentejo com um excelente vinho tinto, o Tapada do Chaves – Reserva Tinto de 2011.

Como sabem sou um apaixonado pelo Alentejo, pela sua gastronomia, paisagem e também pelos seus vinhos.

Pois bem, o que posso dizer relativamente a este Tapada do Chaves?

É um vinho de cor intensa rubi, produzido a partir da vinificação de uvas das castas Trincadeira, Aragonez e Alicante Bouschet, da conjugação destas três castas saiu um vinho encorpado de alto teor alcoólico (15 graus) de aroma intenso a frutos vermelhos e com umas certas notas vegetais.

Relativamente ao sabor, poderíamos pensar que este grau de álcool faria perder outras qualidades, no entanto, temos um vinho realmente com corpo, que perdura no palato e com um sabor forte intenso.

A Trincadeira e a Aragonez ( Tinta Roriz no Douro) ligadas à Alicante Bouschet têm como resultado então um vinho com corpo, equilibrado e com alguma complexidade com uma cor intensa e um aroma que nos invade as narinas variando entre os frutos vermelhos e um toque de vegetais.

Este é um vinho que evolui muito bem na garrafa, podendo ser guardado por alguns anos, sendo que dará origem a algumas agradáveis surpresas.

No que respeita a pratos para este vinho, que tal um Ensopado de borrego, umas migas de espargos com carne de alguidar, ou mesmo um arroz de lebre…

Depois de o provar, testar e saborear, dou-lhe uma classificação de:

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Um vinho para desfrutar com prazer e calma, como se deve fazer no Alentejo!

Poliphonia Reserva tinto 2012

poliphonia

Portugal tem a sorte de apesar de pequeno ter uma grande diversidade de solos, de climas e de castas de uva. Para além das características naturais apreciadas por visitantes de todo o mundo, temos ainda pessoas que com a sua sabedoria sabem transformar estas características em produtos de qualidade ímpar e que são um puro prazer.

E quem fez este Poliphonia Reserva Tinto 2012 é um verdadeiro maestro na conjugação das castas Syrah, Aragonez e Alicante Buschet. Este vinho alia um aroma que persiste nas nossas narinas a um sabor que perdura no palato. Claro que o perdurar no palato só é uma boa qualidade quando o produto de que falamos nos dá prazer sendo de excelência…

É este o caso…

O Poliphonia Reserva Tinto 2012, atinge-nos logo que se deita no copo com o seu aroma fresco e intenso que nos transporta para o Alentejo, mas quando se prova e o vinho invade o nosso palato, é aí nessa altura que se sente a orquestra de sabores a tocar em conjunto uma melodia que tem como intérpretes as castas de uva, o estágio em barricas de carvalho e todo o saber posto dentro de cada uma das garrafas. Sente-se que é um vinho com estrutura e pensado para os apreciadores.

Este Poliphonia, é um vinho que pode ser bebido jovem, mas que pode muito bem envelhecer na garrafa, pois tem uma estrutura que aguenta esse envelhecimento, eu vou guardar algumas garrafas para mais tarde, pois sei que o prazer que senti agora, será multiplicado várias vezes daqui a uns anos…

Em termos de classificação dou-lhe:

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Poliphonia, uma melodia de prazer a apreciar com os amigos.