Quinta da Pacheca, Superior 2012

quinta da pacheca 2012

Novamente passando pelos vinhos do Douro, experimentei este Pacheca Superior 2012, mais um vinho tinto produzido a partir das castas tradicionais do Douro Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Roriz.

Estas três castas aliadas ao tipo de terreno xistoso, dá aos vinhos desta região aquele sabor tão característico encorpado e que na boca faz sentir uma lembrança entre os frutos secos e os aromas de frutos vermelhos.

Sendo um vinho produzido pelo método tradicional de vinificação, em lagares de granito com uma pisa de todo o cacho, tem como resultado que na prova se sintam os taninos, estando estes bem presentes mas como um equilíbrio muito interessante.

É assim um vinho encorpado com uma cor rubi intensa que se pode encontrar em alguns tipos de vinho do Porto, com aromas intensos a frutos vermelhos e com a presença de taninos que estão na dimensão certa, dando a todo este conjunto uma prova muito boa e uma permanência no palato longa e agradável.

Em termos de preços, é um vinho de gama média de valores e pode ser encontrado na maioria dos hipermercados e supermercados de grandes cadeias com uma garrafeira que tenha uma presença de marcas e qualidade acima da média.

Devido ao seu corpo, aroma, sabor e intensidade, é um vinho que acompanha muito bem qualquer prato forte, desde uma boa Feijoada à transmontana, umas Tripas à moda do Porto, ou uns Rojões…

A minha classificação para este Pacheca Superior 2012 é de:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

Mais um vinho que deve fazer parte da escolha de quem gosta de comer bem e ter um bom vinho para acompanhar uma refeição de qualidade.

Seis Quintas de Martúe Reserva 2011

seis quintas de Matue

Continuando com os vinhos da Região Demarcada do Douro, encontrei este vinho Seis Quintas de Martúe Reserva de 2011, uma composição de três castas de uva, a Touriga Nacional, Tinta Roriz e Touriga Franca. Estas três castas dão a este excelente vinho uma cor escura e profunda, diria mesmo espessa.

Antes de ser engarrafado o Seis Quintas estagia durante 14 meses em barris de carvalho francês que passam um pouco do seu sabor para o vinho, que tem um sabor intenso e que parece enrolar na língua, é um vinho que ocupa todo o palato, preenchendo toda a boca com o seu sabor aveludado.

A produção de 2011 foi pequena, de apenas 13.300 garrafas, pelo que é de aproveitar se o virem em alguma garrafeira, pois vale a pena comprar para saborear ou para guardar para mais tarde. Parece-me ser um vinho que vai envelhecer muito bem.

Com o seu sabor intenso e aroma perfumado, acompanha qualquer um dos pratos que se fazem no norte, como uma feijoada à transmontana, uns rojões ou mesmo um Bacalhau Frito à moda de Viana