Quinta da Alorna – Grande Reserva Tinto 2013

quinta da alorna grande reserva tinto 2013

A Marquesa da Alorna foi uma poetisa portuguesa do Séc XVIII conhecida pela sua cultura e pelo incentivo às artes, ciências e intervenção política.

Um dos seus poemas, Eu cantarei um dia da tristeza… começa assim:

Eu cantarei um dia da tristeza
por uns termos tão ternos e saudosos,
que deixem aos alegres invejosos
de chorarem o mal que lhes não pesa.

Pois bem aqui está um vinho que é uma poesia , com versos de um sabor intenso, de uma cor granada, com aromas amadeirados e de grande complexidade, e no entanto… suave ao palato, aveludado e de uma qualidade superior.

Um poema que nos faz amar o vinho, e um vinho que nos faz amar a poesia!

Este Marquesa da Alorna Grande Reserva Tinto de 2013 é um vinho que nos faz cada vez mais pensar na Região do Tejo de um modo diferente, dizendo que a grande qualidade também mora nesta zona de Portugal, um país tão pequeno, mas com uma grande diversidade de vinhos.

Para além de ser uma homenagem à poetisa é mais do que isso, é uma obra de uma enóloga, Martta Reis Simões que ela própria é uma artista na elaboração deste vinho tinto que junta os melhores lotes das melhores castas que a Quinta da Alorna tem para oferecer.

Complexo e elegante, encorpado e suave o Marquesa da Alorna Grande Reserva Tinto 2013 leva-nos a um estado de prazer intenso.

Para beber, para guardar, para acompanhar uma boa poesia entre amigos, se o vir, leve-o consigo!

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho/10

 

Quinta do Gradil – Cabernet Sauvignon e Tinta Roriz

quinta do gradil

Tenho escrito sobre vários vinhos especialmente de duas regiões de Portugal, o Alentejo e o Douro, pois hoje viro as agulhas mais para o centro, e vou escrever sobre um Vinho Regional de Lisboa o Quinta do Gradil – Cabernet Sauvignon, Tinta Roriz.

Comprei este vinho numa feira de vinhos de um hipermercado, e como não costumo provar muitos vinhos desta região decidi que estava chegada a altura de o provar.

Este Quinta do Gradil, é um vinho bivarietal, isto quer dizer que é produzido apenas a partir de duas castas de uva, neste caso a Cabernet Sauvignon e a Tinta Roriz, existindo outros bivarietais desta marca.

No que respeita a este, é um vinho de cor escura muito intensa, um rubi forte e encorpado, e com um aroma muito interessante onde se nota uma certa acidez e a presença de taninos.

Quanto ao sabor, depois de o ter cheirado, pensava que iria ser um vinho encorpado, forte, no entanto fui surpreendido com um vinho de sabor suave e com persistência de sabor no palato, o que é sempre agradável. Apesar da presença dos taninos, é um vinho que considero equilibrado.

Pode acompanhar muito bem os pratos típicos da região de Lisboa, como uns Peixinhos da Horta com arroz de Grelos, ou mesmo um bom peixe grelhado no carvão.

Em termos de grau alcoólico, tem 13,5 graus, o que lhe dá a tal suavidade ao beber.

Depois de o provar, e saborear, dou-lhe uma classificação de:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

Na minha opinião é um vinho para se ter e saborear, mas vou ver se encontro alguns outros Quinta do Gradil, especialmente o Reserva…. para experimentar.