Para quem conhece os vinhos do Douro, Chryseia é um nome incontornável no panorama da enologia nacional e internacional, pois é um vinho considerado como um dos melhores do mundo tendo o de 2011 ficado classificado em 3º ligar pela prestigiada revista Wine Spectator.
Mas o que me passou pelas mãos, não foi o Chryseia, mas sim um outro vinho produzido pela mesma adega, o Post Scriptum de Chryseia de 2013, e feito a partir de um lote de uvas das castas típicas do Douro, Tinta Roriz, Touriga Franca, Touriga Nacional e Tinta Barroca.
E o que dizer deste vinho?
Pois bem, é um vinho de cor rubi intensa e escura, com um aroma a fruta madura e que na boca é muito agradável, tendo até uma certa frescura que muitos vinhos do Douro não apresentam.
Sabe bem, tem um aroma agradável, e é suave e fresco, mostrando-se como um vinho elegante para acompanhar uma boa refeição.
O método de vinificação baseado numa criteriosa escolha dos bagos sem engaço e numa prensagem suave, dá então a este vinho essa elegância na boca sem que se notem muito os taninos presentes nas uvas.
É um vinho que pode ser bebido logo após a abertura da garrafa, sem grande necessidade de espera, mas parece-me também que será um bom vinho para guardar e esperar envelhecer na garrafa, pois tem um bom potencial para evoluir ainda e envelhecer bem.
Em termos de classificação, na minha opinião dou-lhe:
P.S. E é excelente para saborear à volta de uma mesa com amigos…..
