Dorina Lindemann Tinto 2013

dorina lindemann tinto 2013

Mais uma vez pelos vinhos do Alentejo, e nada melhor do que recomeçar com um vinho de excelência, o Dorina Lindemann Tnto de 2013 Edição Limitada.

Composto por duas castas tradicionais a Touriga Nacional e a Touriga Franca, este vinho é produzido a partir de vinhas velhas com vindima feita manualmente e com escolha dos melhores cachos para a vinificação.

O Dorina Lindemann é um vinho elegante, muito agradável ao palato com um aveludado que nos cobre toda a boca, deixando um sabor persistente.

Como a própria enóloga diz, é um “vinho que deu prazer e satisfação a fazer…” e eu acrescento que para além disso dá muito mais prazer a degustar, pois é um vinho que se vê que foi feito com amor e dedicação, e isso está bem presente neste Tinto Alentejano.

Sendo um vinho de altíssima qualidade, o seu preço é também elevado, mas vale cada euro gasto nele, pois é um investimento no puro prazer. Na minha opinião deve fazer parte de qualquer boa garrafeira dos bons apreciadores de vinho.

em termos de classificação, em 10 dou-lhe:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho/10

O Dorina Lindemann Tinto 2013 faz parte da minha garrafeira, e fico sempre à espera do que a enóloga prepara, pois pelas amostras que tive até agora ela domina com mestria a arte de fazer vinho e consegue transmitir essa arte em cada uma das garrafas que sai da sua adega.

 

Quinta de São Sebastião Tinto – Colheita de 2013

quinta de são sebastião Colheita 2013

Há uns dias fui convidado a visitar a Quinta de São Sebastião no coração da Arruda dos Vinhos, onde provei alguns excelentes vinhos desta adega.

Tentei encontrar alguns deles no mercado, mas a produção parece estar toda ou quase toda destinada a bons restaurantes e a algumas garrafeiras seleccionadas. Felizmente a equipa da Quinta de São Sebastião fez-me chegar um conjunto de vários dos seus vinhos para que eu pudesse saborear com mais tempo e incluí-los em algumas refeições.

Hoje vou falar um pouco deste Colheita de 2013 da Quinta de São Sebastião, e no final com a independência de sempre vou dar a classificação que na minha opinião se adequa a este vinho.

O Tinto Quinta de São Sebastião Colheita de 2013, é um vinho produzido a partir das castas Tinta Roriz e Touriga Nacional, das vinhas plantadas nas encostas da própria Quinta. Para quem não sabe, um vinho para se poder apresentar com a designação de Quinta… tem de ter todas as suas uvas plantadas dentro da propriedade.

A Quinta de São Sebastião está localizada no coração da Arruda dos Vinhos em encostas com bastante declive mesmo por baixo de um dos fortes que fazem parte das Linhas de Torres e pode-se dizer que este é um vinho que pode lutar com qualquer outro sem receio de ir à luta.

Tem uma cor escura, intensa e um aroma frutado muito agradável, para as pessoas que estavam habituadas aos vinhos da região de Lisboa, este surpreende pela sua suavidade e elegância. Entre o aroma e o sabor, ficamos com uma sensação completa de frescura, o que por vezes não acontece em vinhos de outras regiões, e mesmo com vinhos produzidos com as mesmas castas.

Em resumo, este é um vinho que pode ser de difícil acesso, dada a dimensão da Quinta, e a uma produção pequena, mas se vos passar uma garrafa deste Quinta de São Sebastião Colheita de 2013, não hesitem… vale realmente a pena.

Em termos de classificação, este vinho na minha opinião tem:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

Nota: Esta garrafa foi gentilmente cedida pela Quinta de São Sebastião.

Quinta da Garrida – Dão 2007 Touriga Nacional

quinta da garrida

Tenho escrito sobre vários vinhos nesta página, e fazendo uma retrospectiva, a maioria têm sido Vinhos do Douro ou do Alentejo, com uma pequena incursão pelos Vinhos de Lisboa.

Portugal, apesar de ser um país pequeno, tem outras regiões e outros vinhos de muito boa qualidade, assim como produtores e enólogos com grande capacidade de inovar num campo tão tradicional como o da Vinicultura.

Serve esta introdução para apresentar um vinho de outra região, a Região demarcada do Dão, com um vinho tinto Quinta da Garrida de 2007 Touriga Nacional.

A região do Dão, oferece-nos vários vinhos de boa qualidade e com um sabor inconfundível para os apreciadores, e nos últimos anos tem sido uma região um pouco à parte no panorama dos vinhos nacionais, e isso talvez se deva a alguns erros cometidos nos anos 80 e 90 com a massificação de produção com a consequente baixa de qualidade geral dos vinhos.

Pois bem, este Quinta da Garrida, vem reconciliar os apreciadores de vinho com esta região e serve para marcar uma posição de qualidade no meio dos vinhos de várias regiões.

Em termos de sabores, posso dizer que tem algumas notas de fruta, com uma boa envolvência e um aveludado que se sente logo no primeiro contacto, é um sabor que fica e perdura na boca, muito para além da prova.

Se falamos de aromas, tem os aromas típicos de vinho que estagiou em barricas de madeira, mas sendo barricas novas, tem apenas um ligeiro aroma a madeira, distinguindo-se mais os aromas a frutos, com uma certa acidez que se torna muito agradável

Classificando este vinho, posso dizer que lhe dou sem qualquer reserva:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

Acompanha muito bem qualquer prato típico da Região do Dão, seja o Pato à moda da Beira, a Caldeirada de Cabrito ou o Entrecosto cozido com Feijões….

Com vinhos com a qualidade deste Quinta da Garrida, o Dão tem de entrar novamente nas mesas dos apreciadores de bom vinho e boa comida!

Reserva do Comendador Adega Mayor TInto

reserva do comendador adega mayor

O Alentejo com o seu clima de extremos, tem condições de excelência para a produção de vinhos de qualidade, e nos últimos anos temos vindo a assistir ao lançamento de grandes vinhos tanto de novos como de antigos produtores.

Hoje passou-me pelas mãos, e pelo palato um vinho da Adega Mayor, o Reserva do Comendador Tinto, e em muito boa hora o provei, e pude atestar da sua excelência.

Podem perguntar-se, mas todos os vinhos aqui provados são bons, muito bons ou excelentes? Pois bem a resposta é que nestas páginas que são A meu Gosto, só passam os vinhos que na minha opinião tem qualidade mais do que suficiente para serem apreciados com toda a calma…

E o que dizer deste Reserva do Comendador… Pois bem, é um vinho com corpo e grau alcoólico, como é natural no Alentejo, tem um paladar frutado e de aroma intenso.

Em termos de cor, é um vinho escuro, com cor rubi ou granada, e com uma presença que se faz notar em cada gota que escorre no copo.

Tendo um grau alcoólico de 14.5%, está mais ou menos em linha com os vinhos produzidos no Alentejo, com graus elevados, mas que apesar de tudo se sentem suaves na boca com um sabor que perdura no palato de um modo extremamente agradável.

Para este sabor contribuem muito as castas que entram na sua composição, Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Syrah.

Sabor, corpo, aroma e grau são características que este vinho tem e que lhe dão todo o carácter que apresenta.

Acompanha bem com qualquer prato de carne, sejam pratos Alentejanos, como de outras regiões do país, pois vai muito bem com a comida tipicamente portuguesa.

Em termos de classificação, posso dizer que é um dos melhores vinhos que tenho provado ultimamente e por isso dou-lhe:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

De Campo Maior já tínhamos a tradição das festas das Flores com as ruas enfeitadas de um modo tradicional e belo, pois bem a esta tradição podemos juntar um vinho de excelência, produzido para agradar aos paladares mais exigentes!

Quinta de Cidrô – Touriga Nacional

quinta de cidrô

Fui fazer umas compras de vinhos, e passei os olhos pela garrafeira do supermercado, quase todos os vinhos sobre os quais tenho escrito se podem encontrar em supermercados e hipermercados um pouco por todo o país.

E ao passar pela zona dos vinhos do Douro, parei um pouco e decidi comprar este Quinta de Cidrô – Touriga Nacional.

E hoje enquanto preparava o jantar, abri a garrafa e quando deitei o vinho no copo, senti logo um aroma intenso, a frutos vermelhos, e reparei na cor intensa que deixou no copo.

Mas a melhor surpresa estava reservada ao sabor, e quando o experimentei, fui surpreendido por uma suavidade e frescura que não esperava mas que tornou a experiência muito agradável e a repetir, tanto a acompanhar uma refeição de carne, como um queijo de aroma e sabor fortes.

Sendo um vinho monocasta, ou seja produzido a partir de uma casta única pode estar sujeito a variações de sabor ano após ano, mas acredito que a casa que o produz está atenta a essa possibilidade, engarrafando apenas os vinhos provenientes das melhores colheitas desta Touriga Nacional.

Pelo prova, parece um vinho que se pode beber logo após abertura da garrafa, sem ser necessário que respire muito tempo, pois tem as características de um vinho jovem e fresco, mas vou tentar guardar algumas garrafas para ver como evolui na garrafa. Tenho a sensação que será um vinho com uma boa evolução pois é produzido a partir de uma das castas mais nobres do Douro.

Depois de saboreado, classifico-o com:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho em 10.

Um vinho a ter em atenção!

Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo – 2011

quinta nova

Depois de uns dias de descanso ao palato, provei mais um vinho de excelência, como todos os que vos tento apresentar.

Hoje temos um Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo Colheita de 2011 que não me surpreendeu nada, já conhecia o vinho do Porto Quinta Nova, e quando me passou pela frente este vinho tinto senti que tinha mesmo de o provar, testar e saborear.

E em boa hora o fiz, este é um vinho de qualidade acima da média, com um sabor muito interessante que perdura na boca parecendo que nos está a passar pela língua uma peça de seda ou de veludo, tal a suavidade com que nos brinda.

Mas atenção, é uma suavidade plena de intensidade com um aroma a frutos que nos invade as narinas e faz perdurar no olfacto e no gosto todas as boas sensações que estão escondidas por detrás deste maravilhoso vinho tinto do Douro.

O criador deste belíssimo vinho encontrou o equilíbrio perfeito entre as várias castas que entram na sua produção, Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão.

Vale a pena saborear este vinho, seja a acompanhar uma boa refeição, seja ao final da tarde com os amigos, ou mesmo tarde da noite, ao lado de uma boa conversa e de uns petiscos de fim de noite.

Em termos de classificação em 10 dou-lhe:

copo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinhocopo de vinho

A saborear com os amigos….. e para terminar uma refeição em pleno, um Porto Quinta Nova, também vem mesmo a calhar….