Hacienda Branca Reserva

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Mais um belíssimo vinho alentejano Hacienda Branca Reserva , apesar do nome meio espanholado, é mesmo um vinho do Alentejo.

Feito a partir de uma selecção de uvas das castas Syrah e Petit Syrah vindimadas no meu melhor estágio de maturação, resultou um vinho com um teor alcoólico de 14.5º  uma cor granada, e um sabor redondo na boca. Podemos identificar um travo a frutos secos e a chocolate, e um aveludado que perdura na boca.

É um vinho suave, com um sabor agradável e que permanece na boca, ideal para acompanhar alguns pratos típicos alentejanos, seja um ensopado de borrego, ou um prato de caça como um arroz de lebre, ou de pombo…

Um vinho a ter em conta, e que deve evoluir ainda muito bem em garrafa, podendo ser guardado….

Em termos de preços, podemos dizer que é um vinho de gama média, ou seja entre os 12 e os 15 euros numa grande superfície, mas que podemos considerar de gama alta em termos de qualidade.

Depois da prova a minha avaliação é de 9 valores em 10.

Definitivamente um vinho a ter numa boa garrafeira em casa.

Produzido pela Hacienda Branca Vineyards Estates, na região alentejada da Vidigueira. Vale a pena visitar.

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NOTA: Esta publicação reflecte apenas a opinião do autor, tendo a garrafa de prova sido adquirida pelo mesmo, não sendo patrocinada nem paga.

Dorina Lindemann Tinto 2013

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Mais uma vez pelos vinhos do Alentejo, e nada melhor do que recomeçar com um vinho de excelência, o Dorina Lindemann Tnto de 2013 Edição Limitada.

Composto por duas castas tradicionais a Touriga Nacional e a Touriga Franca, este vinho é produzido a partir de vinhas velhas com vindima feita manualmente e com escolha dos melhores cachos para a vinificação.

O Dorina Lindemann é um vinho elegante, muito agradável ao palato com um aveludado que nos cobre toda a boca, deixando um sabor persistente.

Como a própria enóloga diz, é um “vinho que deu prazer e satisfação a fazer…” e eu acrescento que para além disso dá muito mais prazer a degustar, pois é um vinho que se vê que foi feito com amor e dedicação, e isso está bem presente neste Tinto Alentejano.

Sendo um vinho de altíssima qualidade, o seu preço é também elevado, mas vale cada euro gasto nele, pois é um investimento no puro prazer. Na minha opinião deve fazer parte de qualquer boa garrafeira dos bons apreciadores de vinho.

em termos de classificação, em 10 dou-lhe:

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O Dorina Lindemann Tinto 2013 faz parte da minha garrafeira, e fico sempre à espera do que a enóloga prepara, pois pelas amostras que tive até agora ela domina com mestria a arte de fazer vinho e consegue transmitir essa arte em cada uma das garrafas que sai da sua adega.

 

Vila Santa Reserva 2013

vila santa reserva 2013

Aqui está um vinho alentejano que é muito interessante!

O Vila Santa Tinto Reserva 2013 trazido à luz do dia por João Portugal Ramos, feito a partir de lotes de uvas das castas Aragonez, Touriga Nacional, Syrah, Cabernet Sauvignon, Alicante Bouschet, tem uma cor intensa escura, pode dizer-se mesmo que tem grande densidade de cor, que se vê bem no copo.

Com esta intensidade de cor, poderíamos pensar estar em presença de um vinho forte, no entanto apesar de encorpado, tem um paladar muito elegante que perdura na boca e com um aroma entre os frutos maduros e a madeira em que estagiou durante 9 meses.

 

É um vinho muito equilibrado, com 14 graus e uma boa acidez, bem como taninos muito suaves.

Para a produção deste vinho, as uvas são apanhadas manualmente e tratadas com todo o carinho e cuidado, uma parte da colheita é pisada em lagares de mármore, como não podia deixar de ser no Alentejo, e outra parte é fermentada em balseiros de madeira.

Estando no Alentejo, é um vinho perfeito para acompanhar a belíssima gastronomia local, sejam as Migas, o Ensopado de borrego, ou mesmo a Sopa de Cação.

Em termos de classificação gobal, entre sabor, aroma e cor, atribuo-lhe:

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Um vinho que deve fazer parte de uma adega bem fornecida, pois parece-me excelente tanto para beber como para guardar e deixar envelhecer uns anos em garrafa.

Poliphonia Reserva tinto 2012

poliphonia

Portugal tem a sorte de apesar de pequeno ter uma grande diversidade de solos, de climas e de castas de uva. Para além das características naturais apreciadas por visitantes de todo o mundo, temos ainda pessoas que com a sua sabedoria sabem transformar estas características em produtos de qualidade ímpar e que são um puro prazer.

E quem fez este Poliphonia Reserva Tinto 2012 é um verdadeiro maestro na conjugação das castas Syrah, Aragonez e Alicante Buschet. Este vinho alia um aroma que persiste nas nossas narinas a um sabor que perdura no palato. Claro que o perdurar no palato só é uma boa qualidade quando o produto de que falamos nos dá prazer sendo de excelência…

É este o caso…

O Poliphonia Reserva Tinto 2012, atinge-nos logo que se deita no copo com o seu aroma fresco e intenso que nos transporta para o Alentejo, mas quando se prova e o vinho invade o nosso palato, é aí nessa altura que se sente a orquestra de sabores a tocar em conjunto uma melodia que tem como intérpretes as castas de uva, o estágio em barricas de carvalho e todo o saber posto dentro de cada uma das garrafas. Sente-se que é um vinho com estrutura e pensado para os apreciadores.

Este Poliphonia, é um vinho que pode ser bebido jovem, mas que pode muito bem envelhecer na garrafa, pois tem uma estrutura que aguenta esse envelhecimento, eu vou guardar algumas garrafas para mais tarde, pois sei que o prazer que senti agora, será multiplicado várias vezes daqui a uns anos…

Em termos de classificação dou-lhe:

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Poliphonia, uma melodia de prazer a apreciar com os amigos.

Herdade do Esporão – 4 Castas 2013

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Desde há uns anos que se têm tornado moda em Portugal os vinhos monocasta, ou seja vinhos que em cuja composição apenas entra uma única casta de uva o que pode conferir-lhe características únicas em termos de sabor e aroma, mas estas dependem sempre da qualidade do produto inicial…. a uva! E se em determinados anos podemos ter colheitas de excepção, com uma qualidade acima da média, podem aparecer anos de menor qualidade, e o vinho ressente-se disso podendo de ano para ano,  ter grandes variações em termos qualitativos.

Eu gosto de bons vinhos Monocasta, mas sou muito mais apreciador de vinhos resultantes da conjugação do melhor das várias castas que os enólogos têm à sua disposição, e penso que a dificuldade está também em saber conjugar na perfeição esses lotes de uvas diferentes, de castas diferentes e daí resultar um vinho único.

Ao longo deste tempo tenho-vos apresentado vinhos de excelente qualidade, com preços mais ou menos condizentes…. por isso hoje apresento mais um excelente vinho o Herdade do Esporão 4 Castas de 2013 com um preço muito atractivo.

Este Herdade do Esporão 4 Castas, tem todas as características de um vinho produzido por esta grande adega que nos habituou a produtos de alta qualidade, tanto nos vinhos como nos azeites e vinagres que produz e que são verdadeiros produtos gourmet.

É um vinho suave com uma cor intensa e que pode ser bebido ao fim da tarde com os amigos a acompanhar uma conversa ou a servir como companheiro de uma tábua de enchidos e queijos dessa bela região que é o Alentejo.

Tem um preço próximo dos 10 euros por garrafa, o que lhe proporciona uma boa relação preço x qualidade.

Herdade do Esporão 4 castas 2013 é definitivamente um vinho que deve fazer parte da garrafeira.

Herdade dos Grous – 23 Barricas 2013

herdade dps grous 23 barricas

Quando falamos do Alentejo, associamos sempre a região a uma gastronomia de excelência, tendo como base os bons produtos da terra, o excelente pão caseiro, a carne de porco, o borrego, ou espargos selvagens e que em conjunto dão lugar a pratos com um sabor inconfundível.

Nesta região, como em nenhuma outra, se conciliaram os produtos de origem pobre que se comiam nos campos e searas, como o pão o alho e as ervas e apareceram as célebres açordas, as migas de espargos, os torresmos e tantos outros pratos que hoje em dia deliciam os verdadeiros apreciadores.

Hoje, descobri um vinho que é adequado a celebrar a gastronomia alentejana, o vinho tinto Herdade dos Grous 23 Barricas de 2013, e é uma celebração para ser feita em conjunto com os amigos, numa partilha de sensações e sabores únicos.

Feito com as melhores 23 barricas de vinho das castas Touriga Nacional e Syrah, é na realidade o elogio da qualidade e da excelência.

Este é um vinho com um aroma intenso que perdura no nariz e com um sabor que se mantém no palato de um modo muito agradável. E à medida que se vai saboreando, vai mostrando todo o seu esplendor e elegância.

A acompanhar a gastronomia alentejana, ou sendo saboreado com uma terrina de foie gras é um vinho é um vinho que deve sempre acompanhar a qualidade.

Tem um preço acima dos 20 euros por garrafa, mas vale cada cêntimo…

Sim porque o vinho se faz de uvas, e este agrupa o melhor de 23 barricas

É produzido e engarrafado pela Monte do Trevo.,

Tapada de Coelheiros Branco 2013

tapada de coelheiros Branco 2013

Continuando com os vinhos do Alentejo, apresento hoje o Tapada de Coelheiros Branco de 2013, é um vinho com uma certa acidez pois a casta Arinto faz parte da sua composição, mas a acidez é contrabalançada pela outras duas castas de uva presentes neste belíssimo vinho, a Roupeiro e a Chardonnay.

Sendo assim, resultou um vinho com um aroma a frutos, equilibrado e elegante.

Perfeito para um fim de tarde de Outono no Alentejo, fresco e a acompanhar uma boa conversa entre amigos, para além de alguns petiscos perfeitos para o fim de dia, e que tão bem nos oferecem por toda a região.

Torresmos, enchidos de Porco Preto, Paínho ou um presunto de porco alimentado a bolota, ladeados por alguns dos belos queijos que se fazem um pouco por todo o Alentejo

Plansel Selecta – By Dorina Lindemann

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Uma das regiões do país que mais me encanta é o Alentejo com as suas grandes planícies pontuadas por sobreiros e azinheiras.

É uma região que elevou a pobreza que existia em termos alimentares ao nível gourmet… tem neste momento alguns dos melhores restaurantes portugueses e uma gastronomia rica apoiada em produtos simples e de qualidade.

E quando falamos de qualidade, não pode passar este vinho Plansel Selecta, by Dorina Lindemann, a enóloga que “desenhou” esta pérola vinícola.

Este Plansel Selecta, é um vinho muito bom para acompanhar qualquer uma das receitas que o Alentejo tem para nos oferecer, sejam umas Migas de Espargos verdes com Carne de Alguidar, seja um Ensopado de Borrego, ou mesmo um dos muitos e variados pratos de caça que se podem encontrar um pouco por todo o Alentejo.

Quando se prova pela primeira vez este vinho sente-se a presença do Alentejo, na suavidade do sabor que nos leva para o ondular do trigo nos grandes campos de cereais.

Aromático, frutado e com uma linda cor escura… é um vinho excelente para ser bebido no Outono ou no Inverno…. embora a qualidade se aprecie todo o ano!